terça-feira, 20 de novembro de 2012

Equipamento de Proteção Individual - NR 6 EPI


A NR 06 Equipamento de Proteção Individual – EPI, trata de todos os dispositivos de uso individual, utilizado pelo trabalhador, destinados à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a integridade física e a saúde do trabalhador. Todo EPI deve ter CA (Certificado de Aprovação) aprovado pelo Ministério do Trabalho e Emprego e quando de sua aquisição deve-se ouvir a CIPA e os trabalhadores.
O Técnico de Segurança do Trabalho dentro de suas atribuições, deve indicar e orientar/treinar os   trabalhadores quanto à forma correta de uso e conservação dos EPI’s, de modo a manter a integridade física dos trabalhadores.  
O EPI deve ser utilizado como medida complementar, quando medidas de ordem geral não ofereçam segurança completa, enquanto medidas coletivas estejam sendo implantadas e em situações de emergência. Não deve ser utilizado como último recurso.
As empresas devem ter normas e procedimentos para entrega, utilização, conservação e higienização dos EPI's, utilizados em todas as funções. Seguir uma politica definida para compra e aquisição dos equipamentos de uso individual, embasada na NR 6 , de forma a proporcionar a proteção aos riscos existentes. 
O importante é trabalhar em um ambiente seguro, correr riscos é desnecessário.







Link Site MTE para consulta CA de EPI's
Dica: Utilize o Internet Explorer no modo de compatibilidade para acessar a consulta



Link Site INMETRO para consulta Certificados de EPI's



Modelo de termo de entrega de EPI


Modelo de avaliação de EPI
http://www.4shared.com/office/fBVfUGaF/Avaliacao_EPI.html


Modelo de Matriz de EPI's


Modelo de Procedimento de Aquisição, 
Controle, Higienização e Uso de EPI's

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Sistema de Gestão Integrado - SGI

O Sistema de Gestão Integrado - SGI deve ser viabilizado, isto é, para ter garantido a execução correta de suas ações e os resultados previstos, necessitam estarem sustentados por uma POLÍTICA, que podemos definir como sendo um compromisso da empresa no campo da Segurança, Saúde Ocupacional, Meio Ambiente e Qualidade.
A empresa deve exercer seu papel nas relações com seus colaboradores no sentido de assegurar condições de trabalho seguras, saudáveis e produtivas. A implantação de uma política deve ser através de estratégias e planos de ação, através do gerenciamento efetivo e ainda da contribuição individual de seus colaboradores, suportado pela educação, treinamento e capacitação.
Ao implantar o Sistema de Gestão Integrado, as empresas devem ter como base, que todas as lesões podem ser prevenidas e assim promover a implantação de medidas eficazes neste sentido, associando em suas atividades um alto padrão de consciência em Segurança e a disciplina que esse princípio demanda.
Devendo:
Conduzir todas as atividades de forma a evitar danos e promover a preservação da saúde e a integridade física dos colaboradores, e a promover de forma apropriada à qualidade de vida no trabalho;
Desenvolver atividades no sentido de garantir um ambiente de trabalho o mais saudável possível, eliminando e/ou neutralizando os agentes ambientais ali identificados;
Desenvolver atividades, com o objetivo de garantir a preservação do meio ambiente, controlando todo seu resíduo que será descartado de maneira segura e responsável. 
As ações do SGI deve conter no mínimo:
  • Atendimento aos requisitos legais;
  • Planejamento em Segurança;
  • Reuniões de alinhamento/ajustes do escopo;
  • Procedimentos de trabalhos/Ordens de Serviços;
  • Integrações de Segurança;
  • Treinamentos específicos por função/atividade;
  • Reciclagens dos colaboradores;
  • Análise de Risco por função e tarefa;
  • Auditoria do Sistema de Gestão Integrada.



Benefícios para a implantação do SGI

Melhoria no desempenho;

Competitividade;

Novos investimentos;

Redução de perdas e custos;

Desburocratização de documentos;

Melhoria na comunicação interna e externa;

Satisfação do cliente;

Disseminação da Cultura de segurança;

Controle dos perigos e redução dos riscos;

Redução de afastamentos e acidentes;

Diminuição dos Riscos e Poluição Ambiental;

Gerenciamento de recursos;

Garantia da integridade física e saúde dos colaboradores;

Valorização da imagem da empresa;

Redução de ações trabalhistas;
Entre outros benefícios.



Toda empresa deve ter um sistema de melhoria contínua, de forma a melhorar seus processos, principalmente se a melhoria aumentar sua participação no mercado reduzindo seus custos, aumentando a eficácia da produção de forma a garantir a satisfação de seus clientes.
O Sistema de Gestão da Qualidade pode auxiliar as empresas nesse processo. O padrão utilizado mundialmente é a Norma ISO 9001, relacionada a todo o negócio da empresa, impulsionando a organização no atendimento ao cliente e no aprimoramento do sistema operacional.
A Norma ISO 9001 aplica-se a todos os setores econômicos, seja de grande ou pequeno porte.



                                                                            




    
As práticas do desenvolvimento sustentável são as tendências da conscientização da sociedade e empresas para os problemas do meio ambiente no planeta.

A ISO 14001 é uma norma internacional que especifica um processo de controlar e melhorar o desempenho ambiental das empresas.

O Sistema de Gestão Ambiental é uma parte utilizada para desenvolver e implementar uma política ambiental e de forma a gerenciar seus aspectos ambientais.

Aspecto ambiental elemento das atividades ou produtos ou serviços de uma organização que pode interagir com o meio ambiente.
NOTA Um aspecto ambiental significativo é aquele que tem ou pode ter um impacto ambiental significativo.

Impacto ambiental qualquer modificação do meio ambiente, adversa ou benéfica, que resulte, no todo ou em parte, dos aspectos ambientais da organização

Referência ISO 14001



A OHSA 18001 é uma Norma internacional, aplicável a todas empresas de todos os setores econômicos e de pequeno e grande porte.
O compromisso das empresas com a segurança, saúde e qualidade de vida de seus colaboradores no ambiente de trabalho é um grande diferencial e fortalece as empresas perante a sociedade.

A certificação OHSAS 18001 atesta o controle das empresas sobre seus perigos/riscos e asseguram o cumprimento da lei, demonstrando a determinação e o desempenho na área de Segurança e Saúde Ocupacional. O mais importante é a redução e/ou eliminação dos perigos e riscos que impactam nos números de acidentes e doenças ocupacionais



Versão livre para treinamentos OHSAS 18001
                                                                                         
                                                                                                   
Diretrizes sobre Sistemas de Gestão de 
                                             Segurança e Saúde no Trabalho                                                


Sistema de Gestão de Segurança - OIT


Caderno sobre SMS lançado no dia 21 de setembro de 2012 e 
Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Profissional Técnico de Segurança do Trabalho

Os riscos ambientais podem causar de imediato ou em longo prazo, danos que muitas das vezes são irreversíveis e nos ambientes de trabalho, os empregados nem sempre têm a percepção dos riscos existentes. Sendo assim, o profissional Técnico de Segurança do Trabalho é um dos principais responsáveis por avaliar e planejar uma forma de eliminar e/ou neutralizar esses riscos, indicando Programas, Procedimentos, EPC's/EPI's, realizando avaliações quantitativas e qualitativas, de forma a garantir a integridade física dos trabalhadores e manter uma melhor condição de trabalho para os trabalhadores.
O Técnico de Segurança do Trabalho, tem como uma de suas principais atribuições definidas pela Portaria 3.275 de 21 de novembro de 1989, que é avaliar os ambientes de trabalho e identificar os possíveis riscos ali existentes, tendo como habilidade, classificação dos riscos que o ambiente de trabalho pode ocasionar, sendo eles; Físicos, Químicos, e Biológicos, além dos riscos preconizados no Mapa de Riscos, que são os Ergonômicos e de Acidentes e/ou Mecânicos.

PERFIL PROFISSIONAL 

 A construção de uma matriz curricular para a área de formação profissional exige um estudo da situação real de trabalho para a definição de um referencial da profissão. Esse estudo permite não só o levantamento das funções convencionais que compõem um determinado cargo ou função, mas a indicação dos novos requisitos demandados aos trabalhadores e as novas possibilidades de atuação, nem sempre relacionadas a um posto de trabalho ou a um emprego formal.
 O perfil do Técnico de Segurança do Trabalho mostra um profissional que associa, em suas funções, atividades laborais consagradas e outras que vêm se mostrando cada vez mais presentes nas suas atribuições, destacando-se as relacionadas às políticas de segurança e aos processos de auditoria,  pelas quais é chamado a responder individualmente ou, mais comumente, em equipes formadas por profissionais de diversas outras áreas que mantém entre si uma grande proximidade em termos de objetivos e que, através de instrumentos e potencialidades específicos, perseguem a melhoria da condições de vida em nosso planeta.
  O Levantamento Profissiográfico do Técnico de Segurança do Trabalho revelou que seu trabalho não se restringe à execução de tarefas e normas prontas e determinadas, mas, ao contrário, envolve três momentos específicos e complementares: o planejamento, a execução e a avaliação.

a) - PLANEJAMENTO: nessa fase cabe ao Técnico de Segurança do Trabalho, elaborar e/ou participar da elaboração de Programas e Projetos específicos da sua área de atuação ou multifuncionais, envolvendo uma série de objetivos relacionados. Caracterizam as ações de planejamento, entre outras,  estudos diagnósticos, seleção e/ou formulação de estratégias e metodologias,  verificação de interfaces entre as políticas para outras áreas da organização e a de Segurança e Saúde do Trabalho.

b) - EXECUÇÃO: as ações de execução presentes no trabalho desse profissional comportam uma multiplicidade de atividades, abrangendo desde a implantação de políticas institucionais na Área de Segurança e Saúde do Trabalho à especificidade de elaboração de um parecer técnico.

c) - AVALIAÇÃO: presente em todas as fases do processo de trabalho, a avaliação torna-se mais caracterizada nas atividades que têm por objetivo determinar a eficiência e eficácia dos programas, projetos e qualquer  ação na Área de Segurança e Saúde do Trabalho. Sua realização demanda ao profissional  acompanhamento sistemático e estruturado de  todos os  processos e procedimentos para que possa ser determinada, de fato, a eficácia  do que está sendo realizado, definindo sua manutenção ou correção.

As quatros funções que compõem o Perfil do Técnico de Segurança do Trabalho, desdobradas em várias sub-funções, são:
Ø  Políticas de Segurança e Saúde do Trabalho;
Ø  Gestão de Riscos;
Ø  Gerenciamento Ambiental;
Ø  Auditoria. 


"A auto-estima é o que nos motiva a ter forças para trabalharmos em uma profissão sem reconhecimento"
           


Caminhos do emprego SPTV


Papo Seguro TVSEG - S. PAulo

Cosmo Palasio- Função Técnico de Segurança





sábado, 10 de novembro de 2012

Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA/NR5


Apesar de a já existir em muitos países deste 1921, somente em 1944 é que foi legalmente implantada em nosso País. Nessa época a Organização Internacional do Trabalho – OIT recomendava a todos os países membros, que organizassem Comissões de Segurança, e as fábricas com mais de 25 empregados, formassem essas Comissões. Alguns Países antecederam o Brasil nesse particular, como simples decorrência de seu maior desenvolvimento econômico e de seu grau de industrialização, não só mais elevado como também mais antigo.

Durante os anos que se seguiram, no Brasil, a CIPA foi sofrendo alterações com objetivos de atender às necessidades resultantes do nosso desenvolvimento industrial e, também, à crescente proteção do trabalhador, inserida na legislação trabalhista.

Em 08 de junho de 1978, o Ministério do Trabalho expediu a portaria 3214, composta de 28 Normas regulamentadoras, relativas à segurança e Medicina do Trabalho.
A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.
A CIPA deverá abordar as relações entre o homem e o trabalho, objetivando a constante melhoria das condições de trabalho para prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, sendo obrigatória para as empresas que possuam empregados com vínculo de emprego.

No caso de uma empresa com estabelecimentos com atividades econômicas diferenciadas, cada estabelecimento deve ser abordado segundo sua Classificação de Atividade Econômica - CNAE.

Quem estabelece os mecanismos de integração entre a CIPA e designados de empresas, que possuem vários estabelecimentos em um mesmo município, é a empresa, conforme estabelece a NR 5. Nada impede que a definição dos mecanismos seja objeto de negociação na CIPA ou através de acordo ou Convenção Coletiva. É necessário, entretanto, que os mecanismos de integração estejam formalmente estabelecidos para caso de verificação do cumprimento pelos Fiscais do Trabalho.

A empresa que possuir em um mesmo município dois ou mais estabelecimentos não precisa necessariamente realizar reuniões periódicas dos membros das CIPA, no entanto deve ser definida a forma de comunicação, a periodicidade delas e o que se comunica. O importante é a busca da equalização das medidas de prevenção de acidentes de trabalho e, sobretudo, a troca das boas ideias, que podem surgir da atuação das várias CIPA.
É Importante lembrarmos da CIPA para setores específicos, que deve prevalecer sobre a NR 5, não devendo entrar em conflito.

Construção Civil - NR 18 item 18.33
Esta imagem provém do Wikimedia Commons, um acervo de conteúdo livre da
Wikimedia Foundation que pode ser utilizado por outros projetos.


Mineração/CIPAMIN - NR 22 item 22.36
Esta imagem provém do Wikimedia Commons, um acervo de conteúdo livre da
Wikimedia Foundation que pode ser utilizado por outros projetos.



Trabalho Portuário/CPATP - NR 29 item 29.2.2
Esta imagem provém do Wikimedia Commons, um acervo de conteúdo livre da
Wikimedia Foundation que pode ser utilizado por outros projetos.



Trabalho Rural/CIPATR - NR 31 item 31.7
Esta imagem provém do Wikimedia Commons, um acervo de conteúdo livre da
Wikimedia Foundation que pode ser utilizado por outros projetos.

Cartilha Fortalecimento das CIPAS

Cartilha CIPA Portal Trabalho Decente 
Governo da BAHIA



 Modelos Documentos do Processo de Implantação da CIPA


Manual CIPA MTE


PLANILHA DE CONTROLE DE TODO PROCESSO ELEITORAL

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ELEIÇÕES

EDITAL DE INSCRIÇÕES MEMBROS DA CIPA

FICHA DE INSCRIÇÕES MEMBROS DA CIPA

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ELEIÇÕES

CÉDULA DE ELEIÇÃO

CARTA DE RENÚNCIA/DESLIGAMENTO

ATA DE POSSE

CALENDÁRIO DE REUNIÕES

ATA DE REUNIÃO ORDINÁRIA

ATA DE REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Programa de Prevenção Riscos Ambientais - PPRA

Em 29 de dezembro de 1994, a Portaria Nº 25 aprovou o texto da Norma Regulamentadora NR9 que estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implantação, por parte de todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados, do Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais – PPRA, e deverá ser efetuada, sempre que necessário e pelo menos uma vez ao ano a sua atualização. Este documento serve de base para a elaboração do Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional – PCMSO, obrigatório pela NR7.
O objetivo deste programa visa preservar a saúde e a integridade física dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle dos riscos ambientais.

As considerações técnicas descritas no programa devem retratar a situação do momento em que são feitas as etapas de Reconhecimento dos Riscos Ambientais, devendo ser feitas avaliações ambientais periódicas para mantê-lo atualizado.
O PPRA, em sua avaliação e consequente controle dos riscos ambientais deve:
Orientar as ações a serem aplicadas e desenvolvidas no âmbito do estabelecimento, e articulado com as demais Normas Regulamentadoras;
Prever os riscos que derivam do processo de trabalho, servindo de informação e treinamento dos colaboradores que ajudarão a reduzir as chances dos acidentes;
Definir atribuições, responsabilidades e autoridade ao pessoal que administra, desempenha e verifica as atividades que influem na segurança e que intervêm no processo produtivo;
Determinar as medidas de proteção e prevenção que evitem ações e situações de risco e aplicar técnicas de execução que reduzam ao máximo possível esses riscos de acidentes e doenças.

MODELO DE PPRA