domingo, 30 de dezembro de 2012

Espaços Confinados - NR 33


Espaço confinado é todo lugar que possui entradas ou saídas limitadas ou restritas como, por exemplo: vasos, colunas, tanques fixos, tanques para transporte, contêiners  silos, diques, armazéns de estocagem, caixas subterrâneas, etc.; que não está designado para uso ou ocupação contínua, ou ainda que possua uma ou mais das seguintes características; contém ou conteve potencial de risco na atmosfera, possui atmosfera com deficiência de O² (menos de 19,5%) ou excessos de O² (mais de 22%), possui configuração interna tal que possa provocar asfixia, claustrofobia, e até mesmo medo ou insegurança e possui agentes contaminantes agressivos à segurança ou à saúde.
Nem sempre é fácil identificar um espaço confinado. Para reconhecermos um espaço confinado, é preciso conhecer o potencial de risco de ambientes, processos, produtos, entre outras situações, porém o mais sério risco se concentra na atmosfera do ambiente confinado.
Como sabemos o mínimo permissível para a respiração segura gira em torno de 19,5% de O². Teores abaixo deste podem causar problemas de descoordenação (15 a 19%), respiração difícil (12 a 14%), respiração bem fraca (10 a 12%), falhas mentais, inconsciência, náuseas e vômitos (8 a 10%), morte após 8 minutos (6 a 8%) e coma em 40 segundos (4 a 6%). Convém salientarmos que a presença de gases considerados inertes ou mesmo de inflamáveis, considerados como asfixiantes simples, desloca o oxigênio e, por conseguinte tornam o ambiente impróprio e muito perigoso para a respiração. Logo, antes de entrarmos no interior de espaços confinados devemos monitorá-lo e garantirmos a presença de oxigênio em concentrações na faixa de 19,5 e 22%.
Os trabalhos de solda, cortes a quente, tratamento térmico, funcionamento de motores a combustão no interior de espaços confinados, pode criar atmosferas de alto risco ou perigosas. A deficiência de oxigênio é causada pelo seu consumo, nas reações de combustão ou nos processos de oxidação, ou ainda deslocada pelos produtos de combustão. Os gases tóxicos, como o CO, são produzidos pela incompleta combustão. Outros gases podem ser produzidos pelo material aquecido; cádmio, por exemplo, vapores de mercúrio, chumbo e outros metais pesados.
É muito importante que os trabalhadores saibam que um ambiente confinado muda suas condições, com a sequência dos trabalhos, portanto monitoramento, acompanhamento e observações periódicas  são imprescindíveis.


Condição ambiental aceitável é o ambiente confinado onde não existam riscos atmosféricos e onde critérios técnicos de proteção permitam entrada e permanência para trabalho em seu interior.

Trabalhador Autorizado é o trabalhador capacitado para entrar no espaço confinado, ciente de seus direitos e deveres e conhecimentos dos riscos e medidas de controle existentes..

Vigia é o indivíduo treinado e equipado corretamente, que permanece o tempo de duração do trabalho, do lado de fora do ambiente, de forma a intervir em socorro dos executantes do trabalho, caso seja preciso.

Supervisor de entrada é o trabalhador com capacitação e responsabilidade pela determinação se as condições de entrada são aceitáveis e estão presentes numa permissão de entrada.

Emergência é qualquer tipo de ocorrência anormal que gera danos pessoais, ao meio ambiente e ás propriedades, incluindo as falhas dos equipamentos de controle ou monitoramento dos.

Permissão de entrada é um documento padronizado na empresa, reconhecido por todos os envolvidos com este tipo de trabalho. Autoriza o(s) empregado(s) relacionado(s) a entrar em ambiente confinado. Esta permissão define as condições para a entrada. Lista os riscos da entrada e estabelece a validade da permissão (não pode ser superior a uma jornada de trabalho). 

IPVS - Imediatamente Perigosa à Saúde ou à Vida  é qualquer condição que cause uma ameaça retardada ou imediata à vida ou que causaria efeitos adversos à saúde irreversíveis ou que interferiria com a habilidade dos indivíduos para escapar de um espaço confinado sem ajuda.


Nomas ABNT Espaços Confinados:
NBR 14606 - Postos de serviço - Entrada em espaço confinado;

NBR 14787 - Espaço confinado - Prevenção de acidentes, procedimentos e medidas de proteção.




GUIA TÉCNICO NR 33 MTE
MINISTÉRIO TRABALHO E EMPREGO


Modelo de Programa de
Gestão de Espaços Confinados




Modelo de Permissão de Trabalho - PT



Fluxograma de identificação e avaliação de risco em Espaço Confinado


Livreto do Trabalhador 
FUNDACENTRO


Desafios NR 33


Espaços Confinados - FUNDACENTRO


O perigo do Espaço Confinado

(Oculto e silencioso)





Acidente com solda em Espaços Confinados



Análise de Acidente em Espaço Confinado
(Pintura Tinta Spray)
 


Funk NR 33 - Espaços Confinados 


Acidente Fatal em Espaço confinado 
(Não observar a obrigatoriedade da utilização de 
Equipamentos de Segurança EPI/EPC)


Acidente Fatal em Obra de Fundação


Resgate em Espaço Confinado
(Improvisação e Falta de Equipamentos Individual e Coletivo)


Resgate em Espaço confinado/Altura
(Improvisação e Falta de Equipamentos Individual e Coletivo)

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Construção Civil - NR 18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho da Industria da Construção

A NR 18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção, estabelece diretrizes de ordem administrativa, de planejamento e organização, com o objetivo de implementar procedimentos de aspecto preventivo relacionados às condições de trabalho na construção civil.
A NR 18 tem sua existência assegurada, em nível de legislação ordinária, através do inciso I do artigo 200 da CLT, transcrito abaixo:

“Cabe ao Ministério do Trabalho estabelecer disposições complementares às normas de que trata este Capítulo, tendo em vista as peculiaridades de cada atividade ou setor de trabalho, especialmente sobre medidas de prevenção de acidentes e os equipamentos de proteção individual em obras de construção, demolição ou reparos.”

A NR 18 não se dirige exclusivamente aos empregadores cujo objeto social é a construção civil e que, portanto, enquadram-se no Código Nacional de Atividade Econômica (CNAE), constante do Quadro I da Norma Regulamentadora NR 4. As obrigações se estendem aos empregadores que realizem atividades ou serviços de demolição, reparo, pintura, limpeza e manutenção de edifícios em geral, de qualquer número de pavimentos ou tipo de construção, de urbanização e paisagismo, independentemente de seu objeto social.
A NR 18 trata de todos os aspectos relacionados com os trabalhos executados em serviços de construção civil. No entanto, como costuma suceder com as normas e regulamentos de caráter exaustivo ou genérico, alguns aspectos são tratados com pouca profundidade, equivocadamente, ou mesmo deixados completamente de lado.
Na área prevencionista a neutralização de risco de acidentes dá-se pela reformulação de um processo, pela adoção de EPC’s e em último lugar pelo uso de EPI’s. Sendo que em todos os casos devem ser implantadas ações complementares educativas, que visem impedir que o operário caia em um vazio a partir de um local seguro. 
No ramo de construção civil é acentuada a probabilidade de um trabalhador se acidentar, adoecer e mesmo morrer, sempre figurando este setor nos primeiros lugares entre vários ramos de atividades, quanto aos índices de acidentes.
Acidentes de trabalho se constituem em problema de saúde pública em todo o mundo, por serem potencialmente fatais incapacitantes e por acometerem, em especial, pessoas jovens e em idade produtiva, o que acarreta grandes consequências sociais e econômicas.
A indústria da construção civil apresenta um grande número de trabalhadores vinculados às obras de edifícios e de grandes estruturas (indústrias, edifícios, usinas hidroelétricas, pontes, viadutos, metrôs e torres de telecomunicações). Assim, os riscos variam de acordo com a inserção nos diferentes processos de trabalho.
Os trabalhadores devem ter acesso às informações sobre a sua segurança, de uma forma clara e simples, sobre os procedimentos corretos de trabalho e também possam dispor de dispositivos e equipamentos que assegurem a realização de suas tarefas dentro das normas de segurança.
Os acidentes de trabalho podem ser diminuídos, com custos específicos reduzidos e com implantação de uma política voltada à segurança. Essa situação é facilmente corrigível.
A NR 18 é um documento importante, porém o que falta é a organização de um plano específico para cada obra, principalmente com a conscientização dos empresários e dos funcionários.
Um grande número de variáveis dificulta a implantação das normas na construção civil, porém com a organização simplificada de um plano específico em cada obra, esta tarefa pode ser amenizada.
É importante que os profissionais de Segurança do Trabalho que atuam no setor da construção civil, zelem pela integridade física dos trabalhadores envolvidos nos processos construtivos, estabeleçam os preceitos fundamentais para a realização de trabalhos, buscando todo o tipo de recurso tecnológico disponível atualmente no mercado, visando proporcionar o mais alto nível de segurança, diminuindo e/ou eliminando o risco dos trabalhadores. 
Para preservar a integridade física do trabalhador deve-se investir na sua qualidade de vida, isto é, propiciar um ambiente de trabalho com condições adequadas. Isto leva o trabalhador a direcionar toda a sua potencialidade para uma melhor qualidade do processo ou produto. Esse investimento deve ser através de treinamento, conscientização da necessidade do uso dos EPI’s e cuidados com o meio ambiente.
Os riscos de acidente de trabalho são inerentes ao desempenho de qualquer atividade, mesmo que se verifique a aplicação integral das Normas Regulamentadoras, não há garantia total contra a ocorrência de Acidentes de Trabalho. A observância das recomendações contidas em Procedimentos, Planos de Trabalho, entre outros, certamente contribuirá para o bom desempenho do trabalho.



http://www.sintracom.org.br/flip/revista/revistaluta01/

http://www.sintracom.org.br/flip/revista/revista-gd-01/

http://www.sintracom.org.br/flip/revista/cartilha_cipa/

http://www.sintracom.org.br/flip/revista/cartilha_seguranca/


Cartilha MPT


Modelo de Comunicação Prévia

Roteiro para elaboração PCMAT
Coleção Monticuco


Modelo de PCMAT 
Programa Condições Meio Ambiente na Indústria  da Construção


MODELOS DE APR

APR Acabamento


APR Montagem


APR de Montagem estrutura metálica



MODELOS DE ORDENS DE SERVIÇOS

Administrativo de Obra

Ajudante Encanador/Eletricista

Almoxarife

Armador

Auxiliar Técnico

Carpinteiro

Eletricista

Encanador

Encarregado

Engenheiro

Estagiário

 Mestre de obras

Operador de Betoneira

Operador de Compactador de Solo

Operador de Ferramentas Elétricas

Operador de Grua

Operador de Serra Circular

Operador de Serra policorte

Operador de Guincho

Operador de Placa Vibratória

Operador de Rompedor Elétrico

Pedreiro

Pintor

Servente

Técnico de Segurança


Cartilha de Segurança e Saúde no Trabalho na Construção Civil/ES NR-18

Manual de Segurança e Saúde no Trabalho – Indústria da Construção Civil/Edificações NR-18
SESI

Dicas de Segurança no Canteiro de Obras Indústria da Construção Civil/Edificações NR-18
SESI

Segurança e Saúde no Trabalho da Construção: Experiência brasileira e panorama internacional
FUNDACENTRO

Projeto e implantação do Canteiro de Obras
Primeiros passos da Qualidade no Canteiro de Obras

Engenharia de Segurança do Trabalho na Indústria da Construção
FUNDACENTRO
http://www.fundacentro.gov.br/dominios/CTN/anexos/Publicacao/EngSeguran%C3%A7a.pdf


RTP 01 - Medidas de Proteção Contra Quedas de Altura
FUNDACENTRO

RTP 02 - Movimentação e Transporte de Materiais e Pessoas - Elevadores de Obra
FUNDACENTRO

RTP 03 - Escavações, Fundações e Desmonte de Rochas
FUNDACENTRO

RTP 04 - Escadas, Rampas e Passarelas
FUNDACENTRO

RTP 05 - Instalações Elétricas Temporárias em Canteiros de Obras
FUNDACENTRO
http://www.fundacentro.gov.br/dominios/CTN/anexos/Publicacao/RTP%2005.pdf


CARTILHA DO MESTRE DE OBRAS




         Modelo de Treinamento Integração NR 18    
              
              (em construção)

 Série Betoneira - "Peão" de obra




 MvBill
Com Prevenção é que se faz!

Pagode do Comportamento Seguro

Operador de Grua

Série Acidente do Trabalho - Construção Civil

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Ergonomia - NR 17



Ergonomia é a ciência aplicada a facilitar o trabalho executado pelo homem, sendo que interpreta-se aqui a palavra “trabalho” como algo muito abrangente, em todos os ramos e áreas de atuação.
O nome Ergonomia deriva-se de duas palavras gregas: ERGOS (trabalho) e NOMOS (leis, normas e regras). É portanto uma ciência que pesquisa, estuda, desenvolve e aplica regras e normas a fim de organizar o trabalho, tornando este último compatível com as características físicas e psíquicas do ser humano.                
Para que isto seja possível, uma infinidade de outras ciências são usadas pela Ergonomia, para que o profissional que desenvolve projetos ergonômicos obtenha os conhecimentos necessários e suficientes e resolva uma série de problemas identificados num ambiente de trabalho, ou no modo como o trabalho é organizado e executado.

A análise ergonômica de um posto de trabalho (Local onde o trabalhador desenvolve suas atividades) não se limita ao tamanho do posto, ocorre em função da abrangência do posto, que pode se estender por diversas áreas de atuação, que são controladas daquela base.
A NR 17 é a norma que preconiza as condições mínimas de conforto físico e mental que as empresas devem ter para prevenir doenças ocupacionais e garantir a saúde dos trabalhadores, adaptando o trabalho ao trabalhador.

Os parâmetros para os métodos de trabalho, tanto nos levantamentos como na elaboração de programas de correções ergonômicos, devem ser baseados em estudos existentes nas literaturas técnicas específicas e em trabalhos desenvolvidos pelas seguintes entidades:


NR – Normas Regulamentadoras;
FUNDACENTRO - Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho;
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas;
NIOSH – National Institute for Occupational Safety and Health;
OSHA – Occupational Safety & Health Administration;
ANSI – Americam Nastional Standards Institute;
ACGIH – Americam Conference of Governmental Industrial Higienists;
Resoluções OIT – Organização Internacional do Trabalho;
Worksafe Austrália – National Occupational Health & Safety Comission;
OMS - Organização Mundial da Saúde.



A ERGONOMIA deva ser encarada como parte do processo produtivo e não como um programa. Assim, todas as observações e sugestões descritas nos laudos/programas, devem ser objeto de análise e implantação para que se tenha sucesso na prevenção das DORT’s (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho).

Posturas inadequadas, posto de trabalho mal dimensionado, movimentos repetitivos são alguns dos fatores que mais predispõem o aparecimento das DORT’s. É criada uma carga estática quando um membro é retirado da sua posição de neutralidade, com pouco ou nenhum movimento. Numa postura rígida que exija contração estática, não há irrigação sanguínea nos músculos envolvidos, portanto, a necessidade de pausas e exercícios de alongamento, uma vez que os músculos somente se nutrem quando relaxados.



Cartilha NR 17 Checkout


Manual de Análise de Riscos Ergonômicos

 Abaixo alguns materiais Espanhóis -
Ergonomia Prática

Ergonomia no Sistemas de trabalho

Ergonomia e Fundamentos

Prevenção de Riscos Ergonômicos

Guia de Boas Práticas de Ergonomia



Práticas Ergonômicas Preventivas



Saber LER para prevenir a DORT
Ministério da Saúde


Modelos de Laudo Ergonômico
http://www.4shared.com/office/GW9sgh3b/LAUDO_ERGONOMICO.html



Trabalho de Ergonomia apresentado ao curso de TST em 2009
(Importante ressaltar que esse trabalho foi realizado no 2º mês do curso)
http://www.4shared.com/office/MNEMo77d/Trabalho_de_Ergonomia_Mdulo_I_.html

 Pontos de verificação Ergonômica
FUNDACENTRO


Cartilha de Orientações Posturais
http://www.4shared.com/office/TfbEor4J/Cartilha_Orientaes_Posturais.html

Posição Ergonômica

Uso do Celular

Uso de Notbook/Laptop

Ergonomia adaptação do trabalho ao homem

Diálogo de Segurança - DDS/DSS


O Diálogo de Segurança é um dos principais métodos e/ou ferramenta administrativa, de prevenção de acidentes do trabalho, que deve ser utilizado para conscientização e maior percepção dos trabalhadores quanto aos riscos existentes nos locais de trabalho e a promoção da saúde.

O Diálogo tem sua definição como uma conversa entre duas ou mais pessoas, troca de ideias para se chegar a um bom entendimento.
Os Diálogos Diários de Segurança tem como objetivo, treinar, educar, criando condições para que os trabalhadores, discutam, troquem informações e ideias relacionadas ao ambiente de trabalho, de forma a garantir a realização dos trabalhos com maior segurança, devendo ser realizados entre 5 e 10 minutos, para não impactar nas atividades diárias. Podendo ser realizado em qualquer lugar onde a equipe se sinta à vontade, e é uma prática de segurança, que acontece naturalmente e que trabalha o lado comportamental dos colaboradores.
A diversificação dos temas abordados nos Diálogos de Segurança é muito importante e uma dica é além de Segurança do Trabalho, trazer assuntos Off The Job (Fora do Trabalho), Meio Ambiente, Qualidade, Saúde entre outros temas, introduzindo assuntos interessantes e atuais de forma clara e simples.
O Diálogo Diário e/ou Semanal se aplicado de maneira correta, torna-se uma ferramenta muito poderosa na prevenção de acidentes e doenças ocupacionais, garantindo maior qualidade de vida aos colaboradores.
É importante ressaltarmos a necessidade de registro que comprovem a realização dos Diálogos de Segurança.





Modelo de planilha de registro de DDS
http://www.4shared.com/office/iV4OzcT2/Lista_de_Presena_Dilogo_de_Seg.html


No link abaixo você terá acesso a Galeria de DDS - SESI 
e muito mais material disponíveis para downloads



DDS - CPFL - 1

DDS - CPFL - 2


DDS Petrobras (em construção)


DDS - TEMAS LIVRES
http://www.4shared.com/office/YAXZqWdu/DDS_-_Temas_livres.html

DDS - Acidentes com Animais Peçonhentos